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BATE-BOLA COM TOSTÃO

Time e ídolo na infância:
O Santos e o volante Clodoaldo.

Técnicos com quem mais aprendeu futebol:
Primeiro com Yustrich, durante a passagem pelo Cruzeiro, que me aperfeiçoou, forçando-me a treinar fundamentos, como cruzar a bola com o pé esquerdo. E, depois, com Levir Culpi, no Coritiba, que me ensinou a ver o futebol em termos táticos.

Lembrança mais feliz no Coritiba:
O Campeonato Paranaense de 1989, certamente. O time era espetacular, e o ambiente entre jogadores, comissão técnica e dirigentes também era excelente.


Campeão de 1989

Lembrança mais triste no Coritiba:
O título paranaense que perdemos em 1990. Tínhamos um time muito melhor que os demais.

Contusão mais grave:
Tive apenas uma contusão mais séria, em 1995, quando defendia o Rio Branco de Paranaguá e machuquei o joelho.

Melhor time que jogou no Coritiba:
Sem dúvida, o time de 1989.

Melhor time que jogou fora do Coritiba:
O Cruzeiro de 1984 era outro grupo muito qualificado.


Pé: Carlos Alberto, Ademar, Ademir Maria, Luis Cosme, Douglas e Eugênio
Agach: Carlinhos, Palhinha, Carlos A. Seixas, Joãozinho e Tostão

Destro ou canhoto:
Destro, apesar de ocupar geralmente o lado esquerdo do gramado. Assim fica mais fácil chutar a gol, pois se bate cruzado.

Melhor marcador que enfrentou:
Paulo Isidoro, com certeza. Ele marcava forte e, quando roubava a bola, partia para o ataque, chutava no gol e já voltava para marcar novamente. Era incansável. Realmente era muito difícil jogar contra ele.

Jogada mais bonita:
Logo que cheguei ao Coritiba, no primeiro Atletiba, dei três dribles seguidos por entre as pernas dos adversários e toquei por cima do goleiro Marola, que pulou e tirou com a ponta dos dedos.

Jogo mais emocionante:
Em 1989, a vitória no Atletiba por 2x1, de virada, em que fiz o gol da vitória.

Número da camisa:
10.


Tostão é 10!

Jogadores que destacaria do seu tempo de Coritiba:
Lela, que só não foi para a Seleção Brasileira porque não levava o futebol muito a sério. Carlos Alberto Dias, que com a bola nos pés era extraordinário. Pachequinho, que, se não tivesse se machucado tantas vezes, teria feito sucesso até na Europa. Também não posso esquecer de Osvaldo e Serginho, dois meias fantásticos.

Amigos mais próximos atualmente:
Marildo, Toby e Vavá. Curioso que nem cheguei a jogar com o Toby, e com o Vavá joguei poucas partidas.

Apelido entre os jogadores:
“Velho Tusta”. Esse apelido eu ganhei nos tempos de Cruzeiro e, em 1988, quando o Joãozinho veio jogar no Coritiba, contou a todos como eu era chamado por lá, assim o apelido pegou aqui no Coritiba também.

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